O retorno das Tartarugas Ninjas para as telas do cinema trouxe de volta todo aquele sentimento nostálgico que tínhamos por Raphael, Michelangelo, Leonardo e Donatello. Graças ao desenho clássico lançado em 1987, as 4 tartarugas antropomórficas se tornaram conhecidas por todo o planeta, e foram migradas para diversas outras mídias.
No caso dos video-games, as Tartarugas Ninjas ganharam excelentes jogos para os consoles da geração 8 e 16 bits. E entre os mais aclamados, está o clássico Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time para o Super Nintendo, um dos jogos mais adorados pelos fãs do console.
A história começava em um dia normal da vida das tartarugas, que assistiam TV enquanto April O`Neal noticiava a partir da Liberty Island. Porém, de repente, Krang aparece em um enorme exoesqueleto, e rouba a Estátua da Liberdade, seguido da aparição de Shredder (chamado originalmente de Destruidor) na TV.
Quando as tartarugas chegam ao local, elas perseguem a marca do clã até os esgotos, onde o Shredder as manda para um portal temporal.
Apesar de ser mais um beat'em up, Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time possuía diversos cenários baseados em épocas temporais do passado e do futuro. Obviamente, o jogador podia escolher a tartaruga que mais gostava, cada uma com suas vantagens e desvantagens (além de suas próprias armas, claro).
Apesar do jogador ter basicamente dois botões de ação (pular e bater), haviam várias combinações que permitiram que o personagem desse voadoras, investidas e agarrões, jogando os vilões diretamente na tela da TV. Cada personagem também tinha seu ataque especial, que infligia um dano muito maior do que os ataques normais.
As viagens no tempo proporcionavam gameplays diferentes. Enquanto no futuro, o jogador podia controlar as tartarugas em cima de pranchas voadoras, obrigando o jogador a se concentrar nos obstáculos e derrotar seus inimigos, enquanto no velho oeste, o jogador se via em um trem com diversos barris rolantes e dinamites.
Os gráficos de TMNT: Turtles in Time era um dos pontos fortes do jogo. Apesar das tartarugas serem cartunescas, as 2048 cores atualizadas a uma frequência de 60 Hz tornavam agradável enfrentar os vilões do clã do Pé. Some isto a um áudio composto por Mutsuhiko Izumi e arranjado por Kazuhiko Uehara and Harumi Ueko (dois gênios da Konami), e você tinha um game quase perfeito no quesito artístico.
Mas, acima de tudo, existe uma característica que torna TMNT: Turtles in Time um dos melhores jogos multiplayer do SNES:
Com 4 tartarugas na tela, controlado por outros jogadores, as partidas se tornavam incrivelmente divertidas.
No caso dos video-games, as Tartarugas Ninjas ganharam excelentes jogos para os consoles da geração 8 e 16 bits. E entre os mais aclamados, está o clássico Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time para o Super Nintendo, um dos jogos mais adorados pelos fãs do console.
A história começava em um dia normal da vida das tartarugas, que assistiam TV enquanto April O`Neal noticiava a partir da Liberty Island. Porém, de repente, Krang aparece em um enorme exoesqueleto, e rouba a Estátua da Liberdade, seguido da aparição de Shredder (chamado originalmente de Destruidor) na TV.
Quando as tartarugas chegam ao local, elas perseguem a marca do clã até os esgotos, onde o Shredder as manda para um portal temporal.
Apesar de ser mais um beat'em up, Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time possuía diversos cenários baseados em épocas temporais do passado e do futuro. Obviamente, o jogador podia escolher a tartaruga que mais gostava, cada uma com suas vantagens e desvantagens (além de suas próprias armas, claro).
Apesar do jogador ter basicamente dois botões de ação (pular e bater), haviam várias combinações que permitiram que o personagem desse voadoras, investidas e agarrões, jogando os vilões diretamente na tela da TV. Cada personagem também tinha seu ataque especial, que infligia um dano muito maior do que os ataques normais.
As viagens no tempo proporcionavam gameplays diferentes. Enquanto no futuro, o jogador podia controlar as tartarugas em cima de pranchas voadoras, obrigando o jogador a se concentrar nos obstáculos e derrotar seus inimigos, enquanto no velho oeste, o jogador se via em um trem com diversos barris rolantes e dinamites.
Os gráficos de TMNT: Turtles in Time era um dos pontos fortes do jogo. Apesar das tartarugas serem cartunescas, as 2048 cores atualizadas a uma frequência de 60 Hz tornavam agradável enfrentar os vilões do clã do Pé. Some isto a um áudio composto por Mutsuhiko Izumi e arranjado por Kazuhiko Uehara and Harumi Ueko (dois gênios da Konami), e você tinha um game quase perfeito no quesito artístico.
Mas, acima de tudo, existe uma característica que torna TMNT: Turtles in Time um dos melhores jogos multiplayer do SNES:
Com 4 tartarugas na tela, controlado por outros jogadores, as partidas se tornavam incrivelmente divertidas.